terça-feira, 13 de maio de 2014

Enxaqueca de Ricardo Drubscky

Ricardo Drubscky

   As bolas aéreas e a marcação homem-a-homem são as principais causas da dificuldade do técnico do Goiás.
   No clichê do futebolês, os técnicos enfrentam dores de cabeça. Pensam, refletem, questionam a si mesmos pelas escolhas para os onze em campo. O excesso de bons jogadores, a ausência de bons valores ou as falhas durante os jogos podem gerar a dor. 
   O treinador esmeraldino sofre de um incômodo agudo. A enxaqueca.  A causada pelo futebol. Assim como a ingestão de cafeína e de chocolate trazem o transtorno físico¹, a recorrência dos erros da defesa promove tremenda preocupação: 
a) bolas aéreas - os gols sofridos na final contra o Atlético-GO, o primeiro do Botafogo-PB no jogo de ida e o segundo do Palmeiras-SP na última rodada do Brasileirão 2014.
b) marcação homem-a-homem - os gols sofridos para o Botafogo-PB (segundo de Frontini) e o primeiro do Palmeiras-SP.

Veja, a seguir, uma análise dos erros na partida contra o Palmeiras:      


   Alex Alves não acompanhou Lúcio. Deu atenção, somente, à trajetória da bola e não ao adversário. Normalmente, atacantes não marcam, não defendem. Mas correr atrás do oponente é um fundamento básico de um zagueiro.  




   Lima deixou Henrique se infiltrar entre Jackson e Alex Alves. Estes não viram a aproximação do centroavante palmeirense. Os três de branco falharam, porque olharam, unicamente, para a bola. O correto seria um deles se antecipar ao atacante, saltar mais e cabecear para fora da área.  
   A enxaqueca não tem cura. A de Drubscky tem. Bom remédio será se, exaustivamente, treinar Pedro Henrique, Alex Alves, Jackson, Valmir Lucas e Felipe nestes fundamentos, lances defensivos.


Fonte 
1. http://saude.hsw.uol.com.br/dor-de-cabeca1.htm


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Limite para Mudanças

Álvaro

   Nove jogos é o limite para haver mudanças drásticas no Vila Nova.
   Em virtude da desagregação do elenco vilanovense no início da temporada e a recente chegada de vários reforços, o entrosamento e o bom futebol demandará tempo. Estes serão obtidos com sequência de partidas, uma repetição dos mesmos onze em campo e formação tática.
   Após a Copa do Mundo, o décimo desafio no Brasileirão Série B deverá ser diferente. As vitórias precisarão aparecer. Defesa compacta, meio-campo criativo e ataque definidor, comissão técnica conhecedora das peças do elenco. 
   Álvaro dirá se ainda merece a titularidade. Embora tenha feito bom trabalho pelo Bragantino-SP ano passado, doze meses depois, seu futebol é irreconhecível. Não se joga com nome, com passado e com bom discurso.
   Primeiro desafio pós-Copa é a fronteira para mudanças drásticas.



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quinta-feira, 8 de maio de 2014

De Quem os Clubes Goianos Fogem?



  Ao começar as competições nacionais deste ano, percebeu-se uma amedrontadora perseguição aos clubes goianos. Eles, prontamente, definiram a meta: fuga.
   O filme Fuga Sobre Trilhos (2008), trata de quatro amigos reunidos para irem a uma festa. Ao descerem numa estação do metrô de Nova York, malfeitores os perseguem. Então, os rapazes, desesperadamente, fogem pelos trilhos da metrópole norte-americana.
  Coincidentemente, CRAC, Atlético-GO, Vila Nova e Goiás correm para não serem alcançados pelo rebaixamento no Brasileirão 2014. Com orçamentos reduzidos e a consequente impossibilidade de formarem elencos estrelados, o primordial alvo deverá ser, terminantemente, o pagamento em dia de salários e de premiações. Sobre trilhos, ou seja, de maneira centrada, as diretorias precisarão contratar jogadores com ordenados acessíveis ao orçamento de cada agremiação.
   Nenhum desespero no momento. A mais prudente saída será planejar e escolher os melhores caminhos para evitar o malfeitor, o descenso. 


Fonte
http://serakipresta.wordpress.com/2010/04/06/fuga-sobre-trilhos/         



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terça-feira, 6 de maio de 2014

Goiás Jogará Dinheiro Fora?

Claytinho
(De antemão, queremos avisá-los de que o Blog Comentários de Classe não tem contato e nunca estabeleceu qualquer tipo de diálogo com o atleta e muito menos com o seu procurador)

   Clayton Augusto Baldissera, 22 anos, altura 1,65; 60 Kg. Canhoto. Atua em mais de uma posição: lateral-esquerdo, meia de ligação e atacante pelos dois lados. Bom aproveitamento em cobranças de falta. Revelado pelo Goiás (2010). Passou por Aparecidense-GO e Esportivo-RS.
   Ano passado, vestindo a camisa do clube de Aparecida de Goiânia, fez um bom trabalho. Marcou 4 gols. Foi eleito a revelação do Brasileirão Série D na ocasião¹. No Campeonato Gaúcho 2014, jogou todas as partidas e teve boa média de acerto de passes: contra o Grêmio, por exemplo, acertou 39 e errou em apenas 2 momentos².
   O time esmeraldino investiu vastos recursos para formar esse atleta: alimentação, fisioterapia, massoterapia, materiais esportivos.  E ele se destacou em competições talvez com nível técnico maior do que o do Goianão. Desenvolve um futebol mais maduro. Então, por que ele não será reintegrado ao grupo de Ricardo Drubscky?   
 


Nota
1. http://www.leouve.com.br/esporte-br/futebol/item/26994-esportivo-acerta-com-revela%C3%A7%C3%A3o-da-s%C3%A9rie-d
2. http://www.footstats.net/jogadores/47496/


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sexta-feira, 2 de maio de 2014

Eles, Sim. Por que Não os Goianos?



  Os clubes goianos alegam carência de receitas para honrar as extensas folhas salariais e impossibilidade para qualificar os elencos.
   A maioria dos times do estado possuem em média dois patrocinadores nas camisas. Dessas duas marcas, uma é permuta: divulgação em troca de algum serviço (médico, fisioterapêutico, alimentar). Apenas uma delas deposita dinheiro. Única fonte de receita.
  Na foto, acima, vemos 5 apoiadores do Corinthians. Nela, percebemos o aproveitamento dos espaços para mostrar os nomes das empresas: direita e esquerda da gola, duas mangas, abaixo do distintivo do material esportivo, abaixo do escudo, centro-cima e centro-baixo. Talvez, aqui em Goiás, não se consiga captar mantenedores nacionais, como no exemplo, todavia o somatório de vários empreendimentos locais podem resultar numa significativa receita. 
   Outra perspectiva para obtenção de renda é a do Brasília, campeão da Copa Verde 2014. Ele é patrocinado por uma construtora do Mato Grosso do Sul. E qual o alcance de publicidade desse time? Pequeno. Raras vezes disputa Campeonato Brasileiro. E não é da série A. Mesmo assim, conseguiu apoio de além das fronteiras da capital federal.  
  Deve-se sair da sala com ar-condicionado e computador. Deve-se até viajar. Pegar o carro ou avião e visitar estabelecimentos comerciais. Nestes, apresentar uma planilha contendo horas, dias, minutos, se possível, ou até os segundos em que a agremiação é televisionada nas competições. Possibilidade para impressionar o departamento de marketing visitado e firmar acordo de patrocínio.    

Depender só de reuniões de conselhos para clamar por auxílio é acomodação. Desinteresse. Desânimo. Infundado compromisso com a agremiação.

  
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quinta-feira, 1 de maio de 2014

Joga Demais!

Cárdenas

   Sherman Andrés Cárdenas Estupiñán, meia, altura de 1,68; 67 Kg e 25 anos. Revelado pelo Atlético Bucaramanga-COL e antes de atuar no Atlético Nacional-COL, passou por Millonarios-COL, La Equidad-COL e Junior Barranquilla-COL. Valor de mercado: 800 mil euros¹
   Embora vista a 7, trabalha como um verdadeiro camisa 10. Facilidade no controle e na proteção de bola. Dita o ritmo de sua equipe. Puxa contra-ataques com agilidade. Passes longos e curtos com precisão. Bom aproveitamento em finalizações de dentro e fora da área. Suporta, imponentemente, duras marcações adversárias. Um dos principais responsáveis pela boa campanha do seu clube na Copa Libertadores 2014.
   Para contratá-lo, exige-se um alto gasto, mas poderá trazer um ótimo retorno.


Nota
1.http://www.transfermarkt.co.uk/en/sherman-cardenas/profil/spieler_38823.html  



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Zagueiro do Goiás, Tenha Atenção!



   Zagueiro apresentou sérias dificuldades em lances aéreos criados pelos adversários.  
   No jogo contra o Botafogo-PB pela Copa do Brasil 2014, em João Pessoa, o defensor do Goiás falhou ao marcar apenas a trajetória da bola, num cruzamento. Jackson não se posicionou bem e nem percebeu a aproximação do atacante adversário. Frontini antecipou-se a ele, saltou mais alto e cabeceou para abrir o placar da partida. Essa carência se repetiu em outras ocasiões embora não tenha resultado em gol. Na maioria das vezes, companheiros do jogador deslocam-se da posição de origem, ocupam o lado direito e cortam as ofensivas do oponente.
   Vindo de uma boa categoria de base, a do Internacional-RS, não há argumentos para justificar seguidos erros. Inexperiência e falta de treino são perceptíveis. Jogadas aéreas pode ser um problema para outras funções, não para um central, beque. Deve-se treinar exaustivamente, porque seu clube atual joga na Série A do Brasileirão. A competição não perdoa ingenuidade, desatenção.



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